A liderança é um processo de influência social em relação a um grupo de pessoas com o objetivo de alcançarem um propósito comum. Existem vários fatores que afetam este processo, nomeadamente, a interação existente entre líder e membros do grupo e o próprio contexto em que estão inseridos. Por este motivo, a réplica de um determinado estilo de liderança por vezes não resulta num determinado grupo ou contexto. Pessoalmente, não acredito que exista uma receita universal que possa ser aplicada em todas as organizações e em todos os contextos, acredito sim num modelo pessoal de liderança que se pode desenvolver ao longo do tempo e que tem em consideração todos esses fatores. Seguindo este principio, apenas posso dar alguns conselhos que poderão orientar cada mulher no desenvolvimento do seu modelo próprio de liderança:
1º Desenvolva a sua auto-reflexão e o autoconhecimento – refletir, diariamente, nas consequências das suas ações e no impacto que as suas decisões têm ao nível da empresa e, também, da sociedade; conhecer os seus pontos fortes e limitações, aprender a potenciar os seus pontos fortes e a ultrapassar as suas limitações; descobrir qual é o seu propósito de vida e definir os objetivos intermédios.
2º Seja audaciosa e apaixonada – colocar em prática as suas ideias sem receio de falhar ou de ser criticada por terceiros, faça-o de forma apaixonada e contagie os que a rodeiam. Crie entusiasmo e seja positiva.
3º Desenvolva o seu networking – uma boa base de contactos é fundamental para alargar o seu campo de influência; as empresas não são “ilhas” são entidades que se relacionam com parceiros e criam as suas próprias redes de negócios.
4º Saiba avaliar as pessoas e os contextos – desenvolva a sua inteligência emocional, crie laços emocionais com as pessoas que trabalham consigo, invista no seu bem-estar e melhore os níveis de desempenho da sua equipa; esteja sempre atenta à envolvente, aos novos desafios e às mudanças aceleradas nos mercados.
5º Invista no seu desenvolvimento pessoal e profissional – identifique as suas áreas de desenvolvimento e adquira as competências necessárias para ser uma excelente profissional.
6º Seja autêntica – reveja o seu sistema de crenças e valores pessoais e descubra o seu modelo pessoal de liderança; não imite outros modelos – a autenticidade revela-se de forma natural na construção de relações com terceiros – estes aprendem a confiar, a admirar e a respeitar quem é autêntico.
7º Adote uma postura de coach – contribua para o desenvolvimento das pessoas da sua equipa, reconheça os seus méritos e dê-lhes a oportunidade de brilharem, deste modo, estará a contribuir para melhorar o desempenho geral.
8º Assuma a sua feminilidade – não copie comportamentos masculinos, não modifique o seu tom de voz, nem a forma de se vestir, assuma-se simplesmente como mulher, e ganhe o respeito e admiração dos seus pares e colegas pela sua competência profissional.
9º Dê sempre o seu melhor – em tudo o que faz, seja em que dimensão for: pessoal, académica, profissional, prepare-se para dar sempre o seu melhor, dedique-se de corpo e alma, entusiasme-se, e vibre com o que está a fazer concentrando toda a atenção nessa atividade.
10º Coloque a si própria a seguinte questão: “Quer ser uma líder admirada ou temida?” A história tem-nos revelado que os líderes admirados são modelos inspiradores para todos e a sua memória perdura ao longo dos tempos, deixando a sua marca pessoal, por outro lado, os líderes temidos são geralmente odiados, contribuindo para situações de injustiça e de iniquidade social e apontados como maus exemplos, ou seja exemplos a esquecer.









Everyone wants to be happy, right? We can regard happiness as the ultimate goal of any human being.
According with this new paradigm in management, the great challenge to the for profit organizations is how to reach the optimal level of CSR (Corporate Social Responsibility) in the three dimensions: economic, social and environmental.
Another great example is John Elkington, the father of the Triple Bottom Line concept. Companies try to maximize their profit (commonly, known as the Bottom Line). For John Elkington this is not enough! There should be a triple responsibility with the economy, the environment and the society, which we can regard as the 3 P’s: Profit, Planet and People.

Can we regard social entrepreneurs as “unreasonable people”?
I was deeply inspired by this famous quotation from George Bernard Shaw (the Irish playwright), when I was preparing my speech for the 53rd EOQ (European Organization for Quality) Congress 12th – 14th May 2009, with the theme “People can Change the World”:

As empresas sociais são um fenómeno emergente assemelhando-se a empresas capitalistas clássicas, produzindo bens e serviços, empregando trabalhadores, inovando e criando valor. A sua especificidade está na criação de benefícios sociais para um determinado segmento da população e no tipo de empreendedor que as lidera.
Gostava de partilhar convosco algumas reflexões que tenho feito sobre o tema da espiritualidade e sobre as nossas dimensões como seres humanos.

